18 dezembro, 2008

And so this is Xmas...

Sufjan, há uns anos, lembrou-se de oferecer umas prendas de Natal originais. Gravou umas musicas em casa, com os amigos e os intrumentos que aparecessem, passou-as para um CD, fez cópias e ofereceu aos amigos e à família. Gostaram tanto que no ano seguinte, S. repetiu a receita. Fez isso durante 5 anos, e ainda acredito que o faça, a menos que esteja demasiado atrapalhado com trabalho. Fazer um álbum para cada estado dos E.U.A. não é fácil...

O resultado é este:


Um dos mais originais álbuns de Natal de sempre. Um álbum quíntuplo. Com os 5 Natais (2001, 2002, 2003, 2005 e 2006, pois que em 2004 estava demasiado ocupado a cozinhar o genial Illinoise), que o S. gravou para os amigos e família. E isso nota-se. Sente-se que há o espírito de algo que não foi originalmente feito para vender, mas sim a pensar naqueles que nos são queridos.

É por esta originalidade toda, pela capacidade de abrir novos caminhos na música, que gosto do Sufjan Stevens. Encarnou, na música, muito mais espírito de Natal que os Wham, a Mariah Carey, o tony Carreira e a Popota, o Coro de Santo Amaro de Oeiras... todos juntos... yada yada yada yada...

Here's a season to be jolly... la la la la la la la la la...

09 dezembro, 2008

The Musical Box

Hear hee, hear hee!

"Play me Old King Cole
That I may join with you..."

O grande Crazy Diamond decidiu abrir as hostilidades com o seu blog, novinho a estrear.



É clicar, é clicar!

27 novembro, 2008

Sputnik

Novo blog amigo, o Sputnik.

Boa sorte à Patrícia na sua iniciação aos blogs!

26 outubro, 2008

Quase de regresso!

Estimados leitores,

Tenho estado ausente da vida bloguista, pois a "música" tem sido outra. Razões profissionais e académicas ditaram que a indisponibilidade mental de verter palavra aqui no blog falasse mais alto.

Mas qualquer dia reapareço em força.

Só para desfazer mal-entendidos do post anterior: o projecto antigo que tinha era visitar o José Cid na sua quinta em Mogofores e conversar com ele, pedir-lhe um autógrafo, o que fosse possível. Principalmente perguntar-lhe em que raio de gaveta deixou o rock progressivo. Mas a tentativa saiu gorada, pois o génio tinha saído em viagem apenas uns minutos antes da minha chegada.

Fica para a próxima!

Cumprimentos a todos!

18 julho, 2008

Quase de férias!

Bom Verão a todos os estimados leitores.

Estou quase a retirar-me para locais onde a internet não faz parte do meu quotidiano. Se postar aqui, vai ser muito ocasionalmente. Mas se algum concerto dos que hei-de assistir este Verão valer muito muito a pena, esperem notícias!

Também estou em vias de realizar uma aspiração antiga relacionada com o culto de um grande músico português. Se tal se concretizar, podem ter a certeza que hei-de relatar aqui as experiências.

Para já, relaxem e curtam a onda do Verão!



14 julho, 2008

Roger Hodgson no Cais de Gaia


É já amanhã o concerto do antigo vocalista dos grandes Supertramp, no Cais de Gaia. entrada livre.

13 julho, 2008

Freak show #19


O Velho o menino e o burro - Internacional (1975)

Caramba, a primeira vez que vi esta estranha figura, pareceu-me o Avô Cantigas!

Mas não. Fui investigar e é apenas a banda sonora de uma velha novela brasileira da rede Tupi.

De resto, a capa está com uma coerência impressionante. Tem um velho (meio falsificado), um menino e um burro. Tal como publicita.

Mais: como é costume nas bandas sonoras brasileiras, tem a versão "Internacional", em oposição da versão só com músicas brasileiras. Esta tem música importada!

E pronto, está finalizado mais um post da rubrica Freak show... como não sei fazer piadas com velhos, meninos e burros que não metam pedofilia e bestialismo, e como este blog é para toda a família, ficamos por aqui.

Hum, o próximo vem mesmo a propósito....

Anedotas de músicos #1

O violista afirmava ser capaz de tocar semifusas. Como o resto da orquestra não acreditava ele provou-o tocando uma.


12 julho, 2008

Andy Mckee

Uma forma bem original de tocar guitarra, juntamente com uma composição melódica interessante. É mais um artista que o YouTube trouxe para a ribalta. Desta feita, com justiça!



09 julho, 2008

Freak show #18


O Ken é tão bonito tão bonito... e tem tanto estilo! Que até aparece duas vezes na capa do disco. Um grande plano e um meio-corpo.

Ainda bem que é "by request only". Assim, podemos estar descansados que duvido que alguém vá requisitar um tipo destes.

Pronto, no fundo admiro o Ken. O seu ego e auto-estima são invejáveis.

30 junho, 2008

Onde Quando Como Porquê


O Quarteto 1111 editou este álbum em 1975, num momento em que o grupo já nem sequer praticamente existia. José Cid tomou a seu cargo levar a obra para a frente, daí o seu nome vir em destaque na capa.

Este disco foi apenas editado em vinil em '75 e não conheceu nenhuma outra reedição, até este ano, quando as edições Do Tempo do Vinil decidiram repescar algumas raridades da música portuguesa.

Fica aqui o anúncio da editora:

"Para a maior parte das pessoas, o Quarteto 1111 é "A Lenda d'El-Rei D. Sebastião" e o célebre primeiro álbum homónimo censurado pela PIDE em 1970. Mas os conhecedores sabiam da existência de um outro álbum, publicado já depois do 25 de Abril, numa altura em que José Cid já tinha encetado uma carreira a solo.

Esse segundo álbum vê agora a luz do dia pela primeira vez em CD, naquela que é a sua primeira reedição em mais de 30 anos desde a edição original (em Janeiro de 1975, no LP Decca SLPDP 5016). Onde Quando Como Porquê Cantamos Pessoas Vivas - "obra-ensaio de José Cid/Quarteto 1111" - é, nas palavras de José Cid ao jornalista António Pires reproduzidas nesta reedição, "um álbum de poesia" e "um álbum de rock sinfónico [...] de tendência muito acústica".

Composto por uma única longa peça de 30 minutos de duração ("separada" em duas partes pelas exigências do vinil), Onde Quando Como Porquê Cantamos Pessoas Vivas partiu de um poema de José Jorge Letria parcialmente reproduzido no álbum, e foi gravado nos estúdios de Paço d'Arcos da Valentim de Carvalho com uma formação que incluia apenas, do Quarteto original, José Cid e o guitarrista António Moniz Pereira, mais o guitarrista Mike Sergeant e o baterista Vítor Mamede.

Esta reedição Do Tempo do Vinil, disponibilizando pela primeira vez em mais de 30 anos um dos álbuns mais raros do rock português (segundo as indicações dos arquivos da Valentim de Carvalho, ter-se-ão vendido apenas cerca de 600 cópias), inclui depoimentos de José Cid, Mike Sergeant e Vítor Mamede sobre a criação, gravação e edição do álbum, recolhidos pelo jornalista António Pires, autor do livro biográfico do Quarteto 1111 A Lenda do Quarteto 1111."

23 junho, 2008

E os cisnes também

Claro que o senhor Stevens é menino para continuar a fazer mais projectos como o dos cisnes, além dos 48 álbuns que ainda lhe faltam para os EUA.


Um disco bonito!

Sufjan Stevens - Seven Swans (C) 2004 Rough Trade.

22 junho, 2008

Casa da Música

Em frente à Casa da Música, os concertos de S. João, da noite de dia 23 para dia 24 de Junho:

20:00 | PRAÇA
DJ RODRIGO AFFREIXO


22:00 | PRAÇA | ENTRADA LIVRE
ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO
Joseph Swensen
direcção musical
Joly Braga Santos
Stacato Brilhante
Carl Nielsen Abertura
Maskarade
Edvard Grieg Suite n.º 1 Peer Gynt
Richard Strauss Don Juan
Leonard Bernstein Abertura Candide


24:00 | PRAÇA | ENTRADA LIVRE

IRMÃOS CATITA | RÁDIO MACAU



20 junho, 2008

O projecto ambicioso do Mr. Stevens


Já aqui tinha dito que considero o Sufjan Stevens um génio. As melodias são fantásticas, o ambiente que empresta às suas músicas é incrível e cheio de texturas e personalidade. As letras são complexas e densas, na sua maioria. Os arranjos musicais são interessantíssimos, muito bem conseguídos, extremamente musicais. Os álbuns têm sentido, têm pés e cabeça, equilíbrio.

O que eu não tinha dito é que este indivíduo tem um projecto em que se propõe fazer um álbum para cada estado dos EUA. Até agora, já há o fabuloso Illinois e o Michigan. Só faltam 48. Não tenho dúvidas que conseguirá!

O Contrabaixo

Mais um belo link para o blog do santuário do Jazz na Praia de Mira. Vale a pena uma visita a este bar extremamente acolhedor onde há, muitas vezes, jazz ao vivo. Quando não é ao vivo, toca sempre no sistema de som.